A Juventude Cruz Vermelha representa um programa de voluntariado da Cruz Vermelha, constituído por crianças e jovens dos 8 aos 35 anos dirigindo as suas acções para a mesma faixa etária. Os seus principais objectivos representam-se na sua componente educativa e incide na transmissão de valores, na aquisição de hábitos saudáveis e no processo de integração plena das pessoas, promovendo desde cedo uma participação activa das crianças e jovens, na Instituição e na Sociedade em que se inserem.
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"A Cruz Vermelha é uma instituição de socorro voluntária e desinteressada."
O Voluntariado é um dos sete Princípios Fundamentais do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, adoptados na XX Conferência Internacional de 1965 e em recomendações da XXV Conferência Internacional de 1986.
"O voluntário é o jovem ou adulto que, devido ao seu interesse e ao seu espírito cívico, dedica parte do seu tempo, sem remuneração alguma, a diversas formas de actividades de bem-estar social ou outros campos de intervenção". Neste sentido, a Cruz Vermelha acolhe e encoraja o oferecimento de pessoas que desejem, voluntariamente, colaborar com a Instituição. O Voluntariado assume, neste contexto, uma posição de suma importância, transversal a toda a actuação da Cruz Vermelha, apoiando projectos e acções que se desenvolvem a diferentes níveis.
"Os voluntários são a alma do Movimento."
Perfil e características do voluntário
São sete os princípios básicos nos quais assenta o perfil do voluntário da Cruz Vermelha:
1. Participativo – concretizado através das diferentes actividades e nos órgãos próprios da instituição.
2. Comprometido com todos, em especial com os mais vulneráveis.
3. Capacitado/Formado – o voluntário deve ter uma formação específica para a actividade que desenvolve.
4. Motivado – fundamental para a continuidade do Voluntariado, supõe uma especial atenção às expectativas e necessidades do voluntário, bem como um acompanhamento da sua acção.
5. Disponível para as tarefas que se propõe, bem como no tempo dado à formação e participação.
6. Polivalente – a participação deve ser diversificada a nível do campo de acção, rentabilizando ao máximo os recursos.
7. Cooperativo – ser capaz de trabalhar em equipa é fundamental para o desenvolvimento dos objectivos a que se propõe a Instituição.
O voluntário da Cruz Vermelha deve ter as seguintes características essenciais:
- Respeito e tolerância.
- Capacidade de adaptação e de aprendizagem.
- Iniciativa.
- Atitude solidária.
- Empatia.
- Compromisso.
- Capacidade de trabalhar em equipa.
Responsabilidades do Voluntário
Cada voluntário tem responsabilidades de acordo com a Sociedade Nacional da Cruz Vermelha ou do Crescente Vermelho para a qual escolheu trabalhar e também de acordo com aqueles a que oferece ajuda. Estas são as suas responsabilidades essenciais:
- Não esquecer que representa o Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho e os seus ideais.
- Familiarizar-se com o Código de Deontologia, os Princípios Fundamentais, a filosofia do Voluntariado da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, as quatro Convenções de Genebra e os seus Protocolos Adicionais.
- Ter permanentemente em atenção as necessidades do próximo.
- Em caso de dúvida sobre a posição da Cruz Vermelha ou Crescente Vermelho, pedir um conselho, antes de agir, à sua Sociedade Nacional.
- Ajudar o próximo a ajudar-se a si mesmo.
- Estar disposto a assumir as responsabilidades e tentar ser acessível aos outros.
- Ser realista quanto às suas capacidades e limites.
- Tentar servir na medida dos seus meios, mas ser aberto e perseverante na sua acção.
- Ser capaz de transmitir a informação recebida ou o conhecimento adquirido, e de avaliar o trabalho desenvolvido.
- Tentar reforçar a posição da Sociedade Nacional, informando-se, para isso, dos seus objectivos, princípios e políticas.
- Procurar adoptar atitudes positivas e transmitir o seu entusiasmo.
- Estabelecer relações de trabalho positivas com os outros voluntários, através da comunicação entre eles e da consciência da importância da "interacção".
Direitos e Deveres do voluntário
Carta de Direitos e Deveres do voluntário da Cruz Vermelha Portuguesa
Direitos
- Reconhecimento e respeito dos direitos consignados nos estatutos e regulamentos da Instituição
- Realizar uma acção voluntária de acordo com as suas capacidades, aptidões e interesses.
- Respeitar o compromisso adquirido com a Cruz Vermelha.
- Ser informado sobre os Princípios Fundamentais da Cruz Vermelha, Convenções de Genebra, objectivos, estrutura, funcionamento e das tarefas que pode realizar.
- Ser-lhe dada uma tarefa específica e bem definida.
- Ser reconhecido pelo trabalho que desenvolve com acreditação e certificação.
- Receber treino para a execução da tarefa.
- Receber formação inicial e contínua.
- Estar informado sobre os objectivos, duração e lugar das actividades que vai realizar.
- Fazer avaliações regulares do seu desempenho.
- Participar das decisões que dizem respeito ao seu trabalho.
- Participar democraticamente na eleição dos órgãos do corpo que representa.
Deveres
- Agir de acordo com os Princípios Fundamentais do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho e promover a sua difusão.
- Respeitar as regras relativas ao uso do emblema e impedir o seu abuso.
- Empenhar-se em oferecer os melhores serviços possíveis.
- Desempenhar as missões sem discriminação alguma quanto à nacionalidade, raça, sexo, opiniões políticas ou crenças religiosas.
- Respeitar o indivíduo.
- Respeitar o desejo de descrição daqueles a quem se oferece ajuda.
- Promover a compreensão mútua.
- Responder às necessidades de outrem com humanidade e simpatia.
- Funcionar em equipa.
- Formar-se para as actividades e funções que lhe são confiadas.
- Familiarizar-se com o Código de Deontologia, os Princípios Fundamentais, a filosofia do Voluntariado Cruz Vermelha / Crescente Vermelho, as quatro Convenções de Genebra e os seus Protocolos Adicionais.
- Em caso de dúvida sobre a posição da Cruz Vermelha ou Crescente Vermelho, pedir um conselho, antes de agir, à sua Sociedade Nacional.
- Ser capaz de transmitir a informação recebida ou o conhecimento adquirido, e de avaliar o trabalho desenvolvido.
- Participar activamente na Instituição conforme estipulado nos estatutos e regulamentos.
Vantagens de ser voluntário
"Os voluntários não são como os outros."
As possibilidades proporcionadas aos voluntários variam muito consoante o tipo de serviço e as acções desenvolvidas pelas Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho em todo o mundo. As possibilidades enunciadas em baixo são aquelas que podem ser consideradas ideais, variando o seu grau de acessibilidade.
Colocar as suas competências e os seus talentos ao serviço do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.
Adquirir e aperfeiçoar novas competências e conhecimentos.
Participar em cursos de orientação e de formação interessantes.
Poder optar por entre o leque de tarefas e familiarizar-se com aqueles que provaram saber desempenhar bem a tarefa; ajudar os jovens, desenvolvimento, formação, assuntos internacionais, administração, finanças, emergência em caso de catástrofe, saúde, trabalho social, ou qualquer outra actividade desenvolvida pela Sociedade Nacional.
Aprender a ajudar os outros através de serviços para a comunidade.
Participar em operações de socorro, quer no plano nacional, quer no plano internacional.
Representar a Sociedade Nacional em reuniões, ateliers, congressos ou seminários.
Participar activamente na busca de soluções para os problemas.
Voluntariado na Cruz Vermelha Portuguesa
O trabalho voluntário esteve sempre no cerne da ideia da Cruz Vermelha. Quando Henry Dunant, fundador do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, viu os soldados feridos e moribundos na Batalha de Solferino, rapidamente reuniu populações das aldeias mais próximas para lhes prestar auxílio, tendo mais tarde escrito "Recordação de Solferino". "Não seria possível formar sociedades de auxílio que cuidassem dos feridos em tempo de guerra, através do trabalho zeloso, devoto e qualificado de voluntários?", interrogou-se Henry Dunant. Foi assim que Dunant viu as populações responderem às necessidades do auxílio humanitário.
Desta visão de há quase 150 anos, cresceu o Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho. Hoje, existem Sociedades Nacionais em 186 países em todo o mundo, numa rede humanitária global que envolve quase 100 milhões de membros e voluntários. O nível de envolvimento destes 100 milhões é, naturalmente, diferente. Muitos são apenas apoiantes. Outros dão uma ajuda de tempos a tempos. Cerca de 20 milhões estão profundamente envolvidos no trabalho diário da organização. Todos trabalham pela causa, sem interesses pessoais.
Saliente-se que o Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho atende, anualmente, mais de 200 milhões de pessoas vulneráveis.
Quando se fala da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, muitas pessoas pensam apenas nas ambulâncias ou em voluntários que distribuem comida. Esta é, porém, apenas uma pequena janela do nosso trabalho. Os nossos voluntários participam em projectos concretos nas seguintes áreas:
- Primeiros Socorros
- Programas de juventude
- Resposta a catástrofes
- Campanhas de saúde
- Apoio a refugiados
- Programas de auxílio aos mais vulneráveis
Desde 5 de Dezembro de 2003, a Cruz Vermelha Portuguesa tem em fase de implementação uma Estratégia Nacional para o Voluntariado e Acção Social aprovada pela actual Direcção Nacional.
FORMAÇÃO
De acordo com o estipulado na Estratégia Nacional para o Voluntariado e Acção Social da Cruz Vermelha Portuguesa será dada formação a todos os voluntários, para posteriormente serem credenciados pela Instituição, com os seguintes módulos:
- Formação geral - enquadramento comportamental do voluntário (7 horas);
- Formação Cruz Vermelha Portuguesa (2/3 horas);
- Formação de Comité Internacional da Cruz vermelha e Direito Internacional Humanitário (2 dias);
- Noções básicas de socorrismo (6 horas);
- Formação específica segundo as áreas de actuação (a definir).
O Voluntariado é um dos sete Princípios Fundamentais do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, adoptados na XX Conferência Internacional de 1965 e em recomendações da XXV Conferência Internacional de 1986.
"O voluntário é o jovem ou adulto que, devido ao seu interesse e ao seu espírito cívico, dedica parte do seu tempo, sem remuneração alguma, a diversas formas de actividades de bem-estar social ou outros campos de intervenção". Neste sentido, a Cruz Vermelha acolhe e encoraja o oferecimento de pessoas que desejem, voluntariamente, colaborar com a Instituição. O Voluntariado assume, neste contexto, uma posição de suma importância, transversal a toda a actuação da Cruz Vermelha, apoiando projectos e acções que se desenvolvem a diferentes níveis.
"Os voluntários são a alma do Movimento."
Perfil e características do voluntário
São sete os princípios básicos nos quais assenta o perfil do voluntário da Cruz Vermelha:
1. Participativo – concretizado através das diferentes actividades e nos órgãos próprios da instituição.
2. Comprometido com todos, em especial com os mais vulneráveis.
3. Capacitado/Formado – o voluntário deve ter uma formação específica para a actividade que desenvolve.
4. Motivado – fundamental para a continuidade do Voluntariado, supõe uma especial atenção às expectativas e necessidades do voluntário, bem como um acompanhamento da sua acção.
5. Disponível para as tarefas que se propõe, bem como no tempo dado à formação e participação.
6. Polivalente – a participação deve ser diversificada a nível do campo de acção, rentabilizando ao máximo os recursos.
7. Cooperativo – ser capaz de trabalhar em equipa é fundamental para o desenvolvimento dos objectivos a que se propõe a Instituição.
O voluntário da Cruz Vermelha deve ter as seguintes características essenciais:
- Respeito e tolerância.
- Capacidade de adaptação e de aprendizagem.
- Iniciativa.
- Atitude solidária.
- Empatia.
- Compromisso.
- Capacidade de trabalhar em equipa.
Responsabilidades do Voluntário
Cada voluntário tem responsabilidades de acordo com a Sociedade Nacional da Cruz Vermelha ou do Crescente Vermelho para a qual escolheu trabalhar e também de acordo com aqueles a que oferece ajuda. Estas são as suas responsabilidades essenciais:
- Não esquecer que representa o Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho e os seus ideais.
- Familiarizar-se com o Código de Deontologia, os Princípios Fundamentais, a filosofia do Voluntariado da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, as quatro Convenções de Genebra e os seus Protocolos Adicionais.
- Ter permanentemente em atenção as necessidades do próximo.
- Em caso de dúvida sobre a posição da Cruz Vermelha ou Crescente Vermelho, pedir um conselho, antes de agir, à sua Sociedade Nacional.
- Ajudar o próximo a ajudar-se a si mesmo.
- Estar disposto a assumir as responsabilidades e tentar ser acessível aos outros.
- Ser realista quanto às suas capacidades e limites.
- Tentar servir na medida dos seus meios, mas ser aberto e perseverante na sua acção.
- Ser capaz de transmitir a informação recebida ou o conhecimento adquirido, e de avaliar o trabalho desenvolvido.
- Tentar reforçar a posição da Sociedade Nacional, informando-se, para isso, dos seus objectivos, princípios e políticas.
- Procurar adoptar atitudes positivas e transmitir o seu entusiasmo.
- Estabelecer relações de trabalho positivas com os outros voluntários, através da comunicação entre eles e da consciência da importância da "interacção".
Direitos e Deveres do voluntário
Carta de Direitos e Deveres do voluntário da Cruz Vermelha Portuguesa
Direitos
- Reconhecimento e respeito dos direitos consignados nos estatutos e regulamentos da Instituição
- Realizar uma acção voluntária de acordo com as suas capacidades, aptidões e interesses.
- Respeitar o compromisso adquirido com a Cruz Vermelha.
- Ser informado sobre os Princípios Fundamentais da Cruz Vermelha, Convenções de Genebra, objectivos, estrutura, funcionamento e das tarefas que pode realizar.
- Ser-lhe dada uma tarefa específica e bem definida.
- Ser reconhecido pelo trabalho que desenvolve com acreditação e certificação.
- Receber treino para a execução da tarefa.
- Receber formação inicial e contínua.
- Estar informado sobre os objectivos, duração e lugar das actividades que vai realizar.
- Fazer avaliações regulares do seu desempenho.
- Participar das decisões que dizem respeito ao seu trabalho.
- Participar democraticamente na eleição dos órgãos do corpo que representa.
Deveres
- Agir de acordo com os Princípios Fundamentais do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho e promover a sua difusão.
- Respeitar as regras relativas ao uso do emblema e impedir o seu abuso.
- Empenhar-se em oferecer os melhores serviços possíveis.
- Desempenhar as missões sem discriminação alguma quanto à nacionalidade, raça, sexo, opiniões políticas ou crenças religiosas.
- Respeitar o indivíduo.
- Respeitar o desejo de descrição daqueles a quem se oferece ajuda.
- Promover a compreensão mútua.
- Responder às necessidades de outrem com humanidade e simpatia.
- Funcionar em equipa.
- Formar-se para as actividades e funções que lhe são confiadas.
- Familiarizar-se com o Código de Deontologia, os Princípios Fundamentais, a filosofia do Voluntariado Cruz Vermelha / Crescente Vermelho, as quatro Convenções de Genebra e os seus Protocolos Adicionais.
- Em caso de dúvida sobre a posição da Cruz Vermelha ou Crescente Vermelho, pedir um conselho, antes de agir, à sua Sociedade Nacional.
- Ser capaz de transmitir a informação recebida ou o conhecimento adquirido, e de avaliar o trabalho desenvolvido.
- Participar activamente na Instituição conforme estipulado nos estatutos e regulamentos.
Vantagens de ser voluntário
"Os voluntários não são como os outros."
As possibilidades proporcionadas aos voluntários variam muito consoante o tipo de serviço e as acções desenvolvidas pelas Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho em todo o mundo. As possibilidades enunciadas em baixo são aquelas que podem ser consideradas ideais, variando o seu grau de acessibilidade.
Colocar as suas competências e os seus talentos ao serviço do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.
Adquirir e aperfeiçoar novas competências e conhecimentos.
Participar em cursos de orientação e de formação interessantes.
Poder optar por entre o leque de tarefas e familiarizar-se com aqueles que provaram saber desempenhar bem a tarefa; ajudar os jovens, desenvolvimento, formação, assuntos internacionais, administração, finanças, emergência em caso de catástrofe, saúde, trabalho social, ou qualquer outra actividade desenvolvida pela Sociedade Nacional.
Aprender a ajudar os outros através de serviços para a comunidade.
Participar em operações de socorro, quer no plano nacional, quer no plano internacional.
Representar a Sociedade Nacional em reuniões, ateliers, congressos ou seminários.
Participar activamente na busca de soluções para os problemas.
Voluntariado na Cruz Vermelha Portuguesa
O trabalho voluntário esteve sempre no cerne da ideia da Cruz Vermelha. Quando Henry Dunant, fundador do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, viu os soldados feridos e moribundos na Batalha de Solferino, rapidamente reuniu populações das aldeias mais próximas para lhes prestar auxílio, tendo mais tarde escrito "Recordação de Solferino". "Não seria possível formar sociedades de auxílio que cuidassem dos feridos em tempo de guerra, através do trabalho zeloso, devoto e qualificado de voluntários?", interrogou-se Henry Dunant. Foi assim que Dunant viu as populações responderem às necessidades do auxílio humanitário.
Desta visão de há quase 150 anos, cresceu o Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho. Hoje, existem Sociedades Nacionais em 186 países em todo o mundo, numa rede humanitária global que envolve quase 100 milhões de membros e voluntários. O nível de envolvimento destes 100 milhões é, naturalmente, diferente. Muitos são apenas apoiantes. Outros dão uma ajuda de tempos a tempos. Cerca de 20 milhões estão profundamente envolvidos no trabalho diário da organização. Todos trabalham pela causa, sem interesses pessoais.
Saliente-se que o Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho atende, anualmente, mais de 200 milhões de pessoas vulneráveis.
Quando se fala da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, muitas pessoas pensam apenas nas ambulâncias ou em voluntários que distribuem comida. Esta é, porém, apenas uma pequena janela do nosso trabalho. Os nossos voluntários participam em projectos concretos nas seguintes áreas:
- Primeiros Socorros
- Programas de juventude
- Resposta a catástrofes
- Campanhas de saúde
- Apoio a refugiados
- Programas de auxílio aos mais vulneráveis
Desde 5 de Dezembro de 2003, a Cruz Vermelha Portuguesa tem em fase de implementação uma Estratégia Nacional para o Voluntariado e Acção Social aprovada pela actual Direcção Nacional.
FORMAÇÃO
De acordo com o estipulado na Estratégia Nacional para o Voluntariado e Acção Social da Cruz Vermelha Portuguesa será dada formação a todos os voluntários, para posteriormente serem credenciados pela Instituição, com os seguintes módulos:
- Formação geral - enquadramento comportamental do voluntário (7 horas);
- Formação Cruz Vermelha Portuguesa (2/3 horas);
- Formação de Comité Internacional da Cruz vermelha e Direito Internacional Humanitário (2 dias);
- Noções básicas de socorrismo (6 horas);
- Formação específica segundo as áreas de actuação (a definir).
Como ser voluntário/a
Se queres ser voluntário/a da Cruz Vermelha Portuguesa, poderás fazê-lo dirigindo-te à Delegação da nossa Instituição mais próximo do teu local de residência, apresentar-se como candidato/a a voluntário/a e solicitar uma entrevista.
In www.cruzvermelha.pt